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O surgimento dos “Protocolos Sionistas”


Introdução

Obra escrita em 1936 pelo diretor do Instituto para Estudo da Questão Judaica, E. Freiherr von Engelhardt, que descreve o aparecimento dos assim denominados “Protocolos Sionistas”, um suposto plano para o domínio mundial, e mostra algumas novas relações entre judaísmo e maçonaria.

O livro reapareceu em 2003 dentro da série Análise dos bastidores – Volume 35 da Archiv-Edition, a qual tem propósito documental, científico e bibliotecário. A editora publica livros e textos que tratam de acontecimentos históricos significantivos e que são abafados diante da dominante manipulação de opinião ou foram retirados das bibliotecas através da censura reinante pós-1945.

Capítulo 1: Os chamados “Protocolos” – não são protocolos de uma reunião, mas sim diretrizes de uma política mundial judaica

Os chamados “Protocolos dos Sábios de Sião” foram publicados pela primeira vez pelo russo Krushewan, em 1903, no jornal “Znamja”, e em 1905, pelo russo Nilus.

Outras edições no idioma russo seguiram em 1907 (através do russo Butmi), 1911, 1917 e 1920. A primeira tradução para o alemão apareceu em 1919, publicada pelo então condecorado, e entrementes falecido, presidente da “Associação contra a arrogância da judiaria”, o capitão da reserva Müller von Hausen (pseudônimo: Gottfried zur Beck). Logo a seguir, em 1921, apareceu a edição dos “Protocolos” na editora Hammer de Theodor Fritsch, que já em 1924 estava na 6ª edição (30 mil tiragens) e na 16ª em 1935 (107 mil tiragens). Aqui foi utilizada como fonte para tradução, a edição original em russo de Nilus, de 1905, que estava no British Mudeum em Londres. Seguiram-se edições em quase todos os principais idiomas do mundo, pois o material ali contido parecia verdadeiro e importante para todos os povos – e com razão. Segundo uma notícia no jornal judaico “Moment”, nº 249, de 31 de outubro de 1934, este livro é o mais divulgado do mundo desde a Bíblia!

O termo “Protocolos”, utilizado por Nilus para estas diretrizes, foi uma escolha infeliz; não se trata de protocolos de uma reunião, mas sim de diretrizes que foram apresentadas por alguma liderança judaica diante de um círculo restrito, durante ou pouco antes ou depois do Congresso Sionista na Basiléia, em 1897.

Quem já leu os protocolos percebe que esta “liderança judaica”, no caso os sionistas, teria escrito os alegados Protocolos tomando o cuidado de colocar como sujeito “os judeus”. Esta tática é antiga e visa trazer o judeu comum para a “causa”, como um escudo social. Desta forma, os adversários estariam promovendo um ataque injusto, generalizado, e forneceriam à mídia sionista a munição necessária para futuros processos jurídicos – NR.

Hoje, após quase 50 anos desde o Congresso Sionista na Basiléia em 1897, é naturalmente improvável que se possa determinar por qual caminho estas diretrizes foram parar nas mãos do governo russo e dos adversários russos dos judeus. Pode ser considerado dentro de uma limitada probabilidade que a explicação esteja correta, que algum dos ativos agentes da polícia política russa – talvez até um de seus agentes judeus como, por exemplo, Asew ou Manassewitch-Manuilow, teve êxito em conseguir o documento ou tenha obtido vista a ele.

Deve-se saber que o governo imperial russo, antes da guerra, era o único governo do mundo que tinha reconhecido acertadamente, em linhas gerais, a questão judaica, e procurou proteger por todos os meios seu próprio povo e o Estado diante da desnacionalização e destruição através da judiaria. Como o movimento revolucionário na Rússia é dirigido e financiado quase que exclusivamente por judeus (ver o livro do renomado historiador judeu A. Rappoport, “Pioneers of the Russian Revolution”, London, Editora Stanley, 1918) e grande parte destes judeus estavam nos estrangeiro, é compreensível que tanto o general Ratschkowski, chefe da polícia secreta russa em Paris, como também o departamento policial em Petersburgo, dispensaram grande atenção ao Congresso Sionista na Basiléia e mandaram para lá seus mais competentes agentes.

Capítulo 2: O reservado Congresso paralelo dos maçons judeus

Um dos principais argumentos dos judeus contra a autenticidade do documento denominado “Protocolos dos Sábios de Sião” é a menção do fato, que o protocolo oficial da reunião do primeiro Congresso Sionista na Basiléia não corresponde aos chamados Protocolos Sionistas e que, durante os três sobrecarregados dias do evento, não havia de forma alguma tempo disponível para 24 reuniões especiais, cujo resultado poderia compor os alegados “Protocolos Sionistas”.

Como já discorrido, os assim denominados Protocolos não são os protocolos de uma reunião, mas devem ser vistos na forma de diretrizes oriundas de palestras. É óbvio que tais diretrizes não foram apresentadas no Congresso Sionista oficial (onde participaram correspondentes, convidados e estenógrafos não-judeus). Pode ser visto como comprovado que durante, pouco antes ou depois do Congresso Sionista na Basiléia, em 1897, aconteceram reuniões estritamente confidenciais e secretas entre membros da associação maçônica judaica B’nai Brith e B’nai Moische (fundador: Achad Hamm).

O próprio Theodor Herzl escreveu a 10 de março de 1897, no primeiro volume de seu “diário”, página 595:

“No domingo nós fizemos uma conferência na associação sionista para realizar o Congresso Geral Sionista, o qual eu queria que fosse em Zurique. Decidiu-se, todavia, realizá-lo em Munique. Uma comissão foi formada após longas e vazias discussões, e eu incumbido de organizar o evento. Haverá um congresso público e um confidencial.

No relatório da reunião sobre o Terceiro Congresso Sionista na Basiléia em 1899 (editora da associação Eretz Israel), lê-se na página 51:

“Ao final da reunião de 15 de agosto de 1899, falou o delegado Professor Gottheil:
‘Minhas senhoras e meus senhores! Como é de nosso conhecimento, encontra-se entre os delegados um número de irmãos da Ordem B’nai Brith, assim como também os presidentes de algumas Lojas. Como nós temos agora o desejo de conferenciar em particular com estes irmãos sobre o posicionamento frente ao Sionismo, nós solicitamos por favor que todos os irmãos da Ordem B’nai Brith compareçam hoje à noite, às 8:00 hs’.

Em sua “História da Ordem B’nai Brith na Alemanha 1882 – 1907”, impresso por Max Cohn, Berlim, o maçom Dr. Maretzki escreve na pág. 141:

“O movimento sionista aumentou sua atuação, e muitos membros das Lojas participaram deste movimento. E desta forma não poderia faltar, que no Congresso Sionista na Basiléia, em 1903, inúmeros irmãos tenham participado. E não havia lá qualquer fato que pudesse atingir a Ordem. Somente 35 irmãos, dentre eles vários provenientes das Lojas alemãs, convocaram uma reunião especial, onde o parentesco do Sionismo com a Ordem foi salientado e os irmãos foram convocados a preencher a Ordem com os pensamento do judaísmo moderno”.

Dr. A. Goldschmidt escreve em “Der Deutsche Distrikt des Ordens Bne Briß” (O distrito alemão da Ordem Bne Briß), editora da Grande Loja Berlim, pág., 68: “Quase todos líderes importantes do Sionismo alemão são membros da Ordem.”

No mesmo livro, Goldschmidt escreve a respeito da mudança do I. Congresso Sionista, planejado inicialmente para Munique, na pág. 66 – 68:

“Posteriormente foi escolhido um canal de comunicação privado, onde, por parte da Loja, o ex-presidente Irmão Dr. Merzbacher foi enviado a Viena para tratar pessoalmente com Dr. Herzl. Isto resultou que Munique foi preterida como local do congresso, e foi escolhida a Basiléia.”

Mas que também durante o Congresso oficial algumas idéias foram expressas e por descuido, chegaram também nos protocolos oficiais do congresso, que se aproximam bastante daqueles dos denominados Protocolos Sionistas, comprovam os seguintes discursos (ver protocolo estenográfico das negociações do III Congresso Sionista na Basiléia,a 15, 16, 17 e 18 de agosto de 1899, editora da Associação ‘Erez Israel’, Viena 1899):

Página 161/163/164: Discurso do amigo íntimo e funcionário de Herzl, Dr. Gaster:

“Nós temos tido, porém, um grande ideal diante dos olhos, incomparável àqueles ideais que influenciaram outros povos, e nós perseguimos o ideal de forma destemida através dos milênios… Pois nós sonhamos, sonhamos com um peculiar reino sobre a Terra, onde justiça e amor devem dominar, e nós denominamos isso o reino de Deus na Terra, o ideal do povo judeu… É bem diferente, está repleto do empenho de todo o mundo, e por isso nós permanecemos sempre diferentes e, eu proclamo daqui, permanecemos mais elevados do que todas as nações do mundo. Pois nenhuma nação pode se comparar à nossa…”

Página 20: Discurso do Dr. Max Nordaus:

“Nos textos judaicos aparece de diversas formas o pensamento que uma pequena minoria dos vivos, a mais importante, é sozinha a parte mais decisiva do povo. Não aos 220.000, mas sim aos 300 guerreiros de Gideão coube a missão de atacar os amalequitas (fortes manifestações e aplausos). Nossos rabinos são mais incisivos e afirmam que o impulso de todo o povo está sobre 36 justos (fortes manifestações e aplausos). Poderia ser a maior ambição dos sionistas, ser os 36 justos, através do quais todo o povo vive (fortes manifestações e aplausos), os 300 guerreiros de Gideão, que sozinhos, por todo o povo, lutam e vencem…”
(Nota de v. E.: quem não está pensando aqui nos 300 homens de Rathenau?)

Interessante também é o seguinte comentário do mesmo Max Nordau (ver: “Max Nordau’s Zionistische Schriften”, publicado pelo Comitê da Ação Sionista, editado pela Editora Judaica, Colônia e Leipzig, 1909, Palestra em Amsterdam, 17 de abril de 1899):

Página 264: “… Os proletários judeus, que se tornaram socialistas, são da opinião que eles devem descartar o sionismo, pois socialismo e sionismo são completamente diferentes em sua essência. Isto é um erro grave. O socialismo tem sim como ideal distante a irmandade entre todas as pessoas, sem diferença da procedência, mas justamente o mesmo ideal tem o sionismo também…”

Capítulo 3: Pode ser Herzl o autor dos “Protocolos”?

Se o autor de fato dos assim chamados Protocolos Sionistas é Theodor Herzl, Achad Hamm ou algum outro proeminente líder judeu, infelizmente isso dificilmente se deixará comprovar com documentos. Todavia, como Theodor Herzl – lendo apenas aqui os três volumes de seu “diário” e considerando o quanto ainda foi suprimindo pelos editores – também estava inclinado a diversos fundamentos maquiavélicos, a mentira e trapaças, suborno e traição, não parece de forma alguma algo impossível, que este “nobre” (no fundo, tudo é relativo! Nota de v. E.) judeu tenha redigido as diretrizes da política judaica segundo o conteúdo dos Protocolos. Toda uma série de ideais que ele almejava para seu Estado judeu, reformas, instituições, fundamentos etc correspondem claramente àqueles dos Protocolos.

É também provável que Theodor Herzl, durante seu período como jornalista em Paris, tenha sido informado sobre o livro de seu já falecido colega Joly e que ele o tenha – reconhecido ou suposto como programa maçom e judaico, ou considerado coincidências ocasionais – tenha-o tomado como base para elaboração do programa mundial judaico dos Protocolos Sionistas.

Que Theodor Herzl, como a maioria dos principais representantes do povo judeu que se dirigiram à Basiléia em 1897 para o Congresso Sionista, era maçom de alguma Loja ou pertencia a alguma Ordem judaica como a B’nai Brith ou semelhante, isso não se questiona. Se extrai claramente da seguinte passagem de seu “diário”, volume 3, pág. 27.

Na ocasião da visita do sr. N… temos ali:

“Eu o acompanhei respeitosamente até a porta. Junto à escada, ele me disse:
‘Je rendrai ces 40.000 Francs à cette banque. Et jê compte sur vous comme tel’ (onde ele me deu um aperto maçônico na raiz da mão ).
‘Vous me conaissez’ [1], eu disse, e retornei o sinal por diversão.”

Que ele tenha mencionado em uma carta ao deputado e promotor von Hauer, a 10 de julho de 1901 (ver diário, vol. III, pág. 75): “eu nem sou maçom”, não prova de forma alguma o contrário, pois é uma carta dirigida a um promotor, onde ele não achou conveniente revelar sua filiação à maçonaria por razões diversas, enquanto a primeira passagem mencionada da pág. 27 do mesmo volume é uma anotação confidencial de um diário. A negação de sua participação na maçonaria na carta ao promotor von Hauer parece provar mais que o promotor – que deveria estar bem informado – tinha a suspeita, não injustificada, de que Herzl era maçom.

É um fato importante e notável que tanto Theodor Herzl tenha apresentado seu projeto de um “Estado judeu” na forma de uma palestra com diretrizes para um grêmio eleito, neste caso a família Rothschild, como também o autor dos “Protocolos” também tenha se utilizado de uma palestra para a apresentação de diretrizes a um grêmio eleito, neste caso um Congresso ou um Conselho de judeus proeminentes. Isso me reforça na consideração de que Theodor Herzl possa ser sim o autor dos Protocolos. Durante sua longa permanência em Paris, e como judeu e maçom, certamente caiu em suas mãos os “Diálogos” de Joly e ele retrabalhou o texto dentro de um contexto judaico, resumindo-o na forma de diretrizes para a política mundial judaica. Chama a atenção em todo caso – e pouco explicável pelo acaso – que tanto na forma como também no conteúdo entre os Protocolos e o discurso de Herzl ao conselho da família Rothschild, onde ele descrevera sua ideia do Estado judeu, predomina uma coincidência em vários ângulos. Eu cito a seguinte passagem dos “diários” de Herzl, volume I, onde sobressai o relato de seu “estado judeu” aos Rothschild:

Página 144: “Ao Conselho familiar: (Nota de rodapé: as notas seguintes até o final do primeiro livro, levam na cópia feita pelo pai de Herzl, o título: Fala aos Rothschild).”
Página 312: “Conversa com o Grão-Rabino Zadok Kahn. Eu li o discurso para ele. No Coupé durante a viagem até Paris, eu tinha riscado completamente os Rothschild do discurso. Zadok Kahn pareceu escutar com interesse a leitura de duas horas.”
Página 487: “Em um dos quartos onde eu me hospedo no Hotel Catille, foi onde eu escrevi o Estado judeu (na forma de discurso aos Rothschild).”
Página 646 (observações): “Ao Conselho familiar: o primeiro apontamento de Herzl sobre o discurso, que ele intencionava proferir diante da reunião da família Rothschild a ser convocada.”

Justamente os dois pontos do programa dos Protocolos que são apontados pelos adversários como extremamente improváveis, ou seja, que os judeus, em uma situação de emergência provocada por uma revolta dos não-judeus, deveriam utilizar contra eles, em última instância, a implosão das capitais a partir dos metrôs; e por outro lado a menção ao processo do Panamá, apontam para o fato que o autor dos Protocolos pode ser muito bem Theodor Herzl. Na “Enciclopédia Judaica”, volume VI, página 408, que apareceu antes da guerra no idioma russo, em Petersburgo, temos:

“Em Paris, onde Herzl viveu desde 1891 como correspondente da “Nova Imprensa”, ele se deparou imediatamente com o Caso Panamá, e sua desconfiança para com o lado externo da Política cresceu mais e mais.”

Comparado com o assassinato sistemático de centenas de milhares pessoas valorosas, principalmente por parte da Tscheka organizada e dirigida por judeus na Rússia, o aparecimento de um plano para explodir bairros de cidades grandes ou outros atos terroristas (pensemos aqui na explosão da catedral de Sofia realizada pela GPU do estrangeiro, dirigida por judeus), não parece ser de forma alguma algo tão terrível para as mentes judaicas.

Justamente a ameaça de explosão dos metrôs prova que o autor dos Protocolos não podia de forma alguma ser da polícia secreta russa, pois esta ameaça seria completamente ineficaz dentro de uma perspectiva russa, porque lá não existem metrôs. A polícia secreta russa, no caso de uma falsificação de tal documento, teria disseminado terror com a queima de todo um bairro, pois a exemplo de Moscou grande parte constitui de construções de madeira. Da mesma forma a polícia secreta russa não teria nunca inserido o ponto do protocolo, onde se lê, que a polícia política de todos os países é conduzida e liderada por judeus, pois assim eles teriam se expostos a si próprios. Ao contrário, eles teriam escrito, a polícia política, principalmente a Ochrana russa, representava o maior perigo para a judiaria.

Dois aspectos achamos interessante ressaltar: primeiro, que podemos observar mais uma vez como lideranças sionistas valem-se de frases como “os judeus querem isso, almejam aquilo” para englobar todo um povo como escudo para suas ações. Segundo, que nesta época ainda havia debate em torno dos chamados Protocolos. Hoje em dia, a liberdade democrática sabe apenas perseguir aqueles que editam ou distribuem o conteúdo deste livro, como foi o caso das editoras Revisão e Centauro – NR.

 


"Israel como um Estado judeu constitui um perigo não apenas a si mesma e a seus habitantes, mas a todos os judeus, e a todos os povos e Estados do Oriente Médio e além."

- Prof. Israel Shahak, judeu e fundador da Liga Israelense de Direitos Humanos


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