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 Entendendo melhor o Domínio Mundial

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29/1998, página 95:


"Nova Iorque é a Cidade Judaica - e nós somos o Deutsche Bank", Foi a declaração de um diretor do Deutsche Bank (Banco Alemão), sobre a faláncia do banco nos Estados Unidos da América.

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Robert Reich: "Sr. Presidente (Greenspan), como pôde um simples judeu como você se tornar o mais poderoso homem dos Estados Unidos... você tramou este sobressalto."

Ref: "Der Spiegel" (Alemanha), 18/1997, p. 163
Foto: Ex Ministro do Trabalho Americano
Robert Reich



"Greenspan: Regras de um Mundo Livre... Greenspan tornou-se lei em Washington... O maior dos banqueiros tem Clinton no seu bolso."

Ref: "Der Spiegel" (Alemanha), 18/1997, p. 163
Foto: Alan Greespan, diretor do Banco Central Americano, que é Judeu.

 

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Está claro que o lobby financeiro Judaico/Sionista se apoderou do controle do sistema monetário americano desde 1913. Desde então eles tem controlado o fornecimento de papel-moeda nos Estados Unidos. Ou seja, o fornecimento do dólar.

De acordo com Gustavo Barroso, o mais influente banqueiro Judeu na época foi Paul Warburg. Ele convenceu seus amigos-banqueiros Judeus a criar um Banco Central independente, assim o "Federal Reserve Act" nasceu, criando o "Federal Reserve Bank" que, desde então, tem controlado o sistema monetário norte-americano. Desde aquele momento os cidadãos norte-americanos tem pago imposto de renda, porque o governo da potência do Norte e "nação mais poderosa da Terra" abandonou o controle sobre o seu dinheiro para beneficiar um consórcio de banqueiros Judeus.

Com o golpe monetário de Nixon em 1972, rasgando os acordos de Breton Woods e desvinculando a emissão do dólar do ouro gerando um sistema cambial sem âncoras e meramente baseado em especulação; ou uma "bulha especulativa", como pretendem alguns, emitem moeda ao seu bel-prazer e vão paulatinamente se apoderando das riquezas do mundo. Este é o verdadeiro alicerce da chamada "Nova Ordem Mundial".

Os banqueiros Judeus, proprietários e diretores do FED - Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) são:



Rothschild Bank
of London
(quem leu o livro "Brasil, Colônia de Banqueiros",
de Gustavo Barroso - Editora Revisão
conhece bem os Rothschild)

Warburg Bank of Hamburg

Rothschild Bank of Berlin

Lehman Brothers of New York

Lazard Brothers of Paris

Kuhn Loeb Bank of New York

Israel Moses Seif Bank of Italy

Goldman Sachs of New York

Warburg Bank of Amsterdam

Chase Manhattan Bank (Rockefeller) of New York

Alan Greenspan, que é Judeu, é o presidente do FED.





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Um Judeu confesso da Casa Branca
 

"O Judeu sente-se um cosmopolitano em qualquer lugar"
Friedrich von Hellwald, "Zur Characteristik des jüdischen Volkes", 1872.


Após a eleição presidencial de 1992, o presidente Clinton prometeu formar uma equipe de governo com homens e mulheres que representassem a fibra da América. Mais de 50% das pessoas nomeadas por ele eram Judeus!

Clinton já recebeu grande quantidade de críticas das pessoas descentes, eu não tenho nada a acrescentar sobre este assunto. Mas dentre as muitas nomeações multicoloridas há uma personalidade Judaica muito interessante, o Sr. Robert Reich. O sobrenome dele lembra os dias de glórias da nação Alemã, mas este Reich é Judeu, e muito feliz com isso. Sobre este fato, seu recente livro "Locked in the Cabinet" (Trancado no Gabinete), fala por si só.

Eu citarei, para apreciação do leitor e tormento intelectual, uma pequena parte deste livro. A citação que segue reflete um dramático padrão duplo e antagónico de pensamento, mas isso não é novo e ele não é o mais sério elemento que a citação emana. Reich recorda sua primeira reunião com Alan Greenspan, o "Oberjude" - cabeça do Federal Reserve. De Greenspan ele começa falando que ele é o "pequeno menino simples Judeu". Ele então continua:
"Nós nunca haviamos nos reunido anteriormente, mas eu instantaneamente conheci ele... ele é Nova Iorque. Ele é Judeu. Ele olha como o meu tio Louis, sua voz é a do tio Sam. Eu  sinto como se nós estivessemos juntos em incontáveis casamentos, batizados (judaicos) e funerais. Eu conheço a sua estrutura genética. Eu estou certo que  nos últimos 500 anos... nós compartilhamos um mesmo ancestral."
Após ler esta passagem permaneci quieto olhando para as demais palavras. Eu o considerei arrogante, descarado, mau humorado, petulante. Deixe-me explicar.

Eu, não há muito, escutei teorias sobre conspiração. Um componente vital estava ausente nestas conspirações, um componente necessário para transformar uma conspiração em conspiração. O componente é o segredo. O poder Judaico não é mais segredo. As manifestacõeses e evidéncias deste fenômeno subversivo são abertas. Eles chegaram a celebrar com sinais de neon e balões coloridos as centenas de acordos que o Presidente Reagan fez com Israel. Se você possui olhos, você pode ver o poder Judaico. Eles estão celebrando na nossa frente, e nós estamos pagando tudo isso. Eles estão mostrando para nós que eles estão nos dirigindo. Judeus, agora enfeitam as suas frases faladas em inglês com termos em Yiddish ou Hebreu. Eles chamam seus shiksas de shiksas e gois de gois. Não é mais necessário falar sobre isso. Eles vangloriam-se do seu poder racial porque neste lugar não há igualdade racial, ou porque a igualdade racial possui dupla interpretação (uma válida para judeus e outra válida para não-judeus); assim tão falada igualdade é apenas um mito.

Eles vangloriam-se do seu poder por dois motivos: o primeiro é óbvio, eles possuem poder e julgam-se de uma raça superior; o motivo dois é menos óbvio, eles possuem uma incontrolável necessidade emocional de, continuamente, dançar e festejar sobre os sofredores e derrotados, eu repito, continuamente. Judeus são uma raça diferente, e em seus gritos eles são como ignorantes sem-graça. Se nós nos comportamos como fracos, eles nos tratarão com o mesmo respeito e consideração que eles dispensam aos Palestinos. Eu espero não estar confundindo você, porque eu realmente quero que você entenda isso.

Este é o hino de Robert Reich sobre a sua decomposição genética e de uma raça por séculos, nos alertando que eles não vêem mais a necessidade de parecerem-se conosco. Eles estão enfatizados e visíveis, eles não mais necessitam tomar precauções para manterem-se dissimulados, ao menos é isso que eles pensam. Como nós podemos permanecer como observadores passivos diante desta provocação? Nós damos a impressão que possuimos grande dificuldade de nos conscientizarmos da realidade sobre a questão Judaica. Após tudo, "o anti-Semitismo é a consequência final do Judaismo" (F.W. Nietzsche, "The Antichrist"), um inevitável resultado das ações deles próprios.

Os Imperadores Romanos designaram os Judeus como "secta nefaria" (grupo perverso), em vários editais publicados após 326 A. C. (antes de Cristo). A França entendeu o problema em 1322, Queen Isabella encontrou respostas em 1492, a cidade de Vienna encaminhou esta questão de forma eficiente em 1671, e o mesmo aconteceu em Praga em 1745, e muito pode ser dito sobre os Noruegueses e Suécos em 1814.

Robert Reich passou pela Casa Branca e agora é parte da história da América. Ele é um ícone. "Ele é Nova Iorque... Ele é Judeu!", tomando emprestadas algunas das suas próprias palavras. Ele foi considerado pela média como um gênio. Ele é um génio na sua opinião? Um Judeu pode ser qualquer coisa, mas um gênio? Ele é respeitado da mesma forma que Harvey Milk, Abbie Hoffman, Allen Ginsberg, ou Julius e Ethel Rosenberg. Em uma recente publicação da Tikkun Magazine (Vol. 12, No. 4) David Biale escreve sobre o livro de Robert Reich:
"A beleza das mentiras do seu livro, deliberadamente ou não, em um clássico discurso judaico, fala da pompa e pomposidade do poder dos não judeus".
Eu desejo terminar este pequeno artigo reiterando que algumas vezes, indivíduos como eu mesmo, que olham a destruição da Europa em 1945 com grande tristeza, observam estes acontecimentos com um sorriso no rosto.




Estes abaixo descrevem a estrutura de poder do mundo de hoje e revelam as forças que se escondem nos bastidores:
 

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"Estados Unidos usa as Nações Unidas"
Cologne (ap) - O Ex-Presidente [da Alemanha], Richard von Weizsäcker,  acusou os Estados Unidos de fazer uso das Nações Unidas em prol dos seus interesses nacionais. "Americanos são um povo estranho. Por um lado eles são cheios de ideais, por outro lado, eles fazem uso das Nações Unidas para atender os propósitos Americanos", falou von Weizsäcker ontem e utilizou a Guerra do Golfo como exemplo.
Ref.: Münchner Merkur, 27.6.1995, página 5
 

Nós temos um testemunho preciso de um artigo da revista "Kivounim" (Orientações) publicada em Jerusalém pela "Organização Sionista Mundial" sobre "os planos estratégicos de Israel para os próximos anos ":

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"Como um corpo único, o Egito já é um cadáver, especialmente se considerarmos os relatos dos cada vez mais violentos confrontos entre muçulmanos e cristãos. Sua divisão em províncias geograficamente distintas pode ser nosso objetivo político para os anos 90, na frente oeste.

Uma vez que o Egito tenha sido desmantelado e privado de poder central, países como Líbia, Sudão e outros experimentarão a mesma dissolução. A formação de um do estado Coptic, na região alta do Egito, e pequenas entidades regionais com pequenos territórios é a chave para um desenvolvimento histórico, que foi retardado pelo acordo de paz, mas é inevitável a longo prazo.

Com o visível problema do ódio interno (no Egito), a fronteira oeste representa um problema menor que a fronteira leste. A divisão do Líbano em 5 províncias... anteciparia o que seria feito com todo o mundo Árabe. A desintegração da Síria e Iraqui em regiões, baseadas na etnia ou religião, precisa ser, a longo prazo, a principal meta de Israel, o primeiro passo para a destruição do poder militar destes países.

A estrutura étnica da Síria expõe ela a um desmantelamento que poderia criar um país Shiita ao longo da costa, um país Sunni na região de Aleppo e outra em Damasco, e uma entidade Druze que poderia constituir o seu próprio país - talvez nas nossas Colinas de Golan - em qualquer caso com Houran e o norte da Jordânia... Como país poderia ser, a longo prazo, uma garantia de paz e segurança (para os Judeus) na região. Este é um objetivo que já está ao nosso alcance.

Rico em petróleo, e vítima de distúrbios internos, o Iraqui está na linha de fogo de Israel. A sua dissolução seria, para nós, mais importante que a da Síria, porque é o Iraqui que, a curto prazo, representa a mais séria ameaça para Israel."

Retirado do:
"Kivounim", Jerusalem, No. 14, Fevereiro 1982, pp. 49 - 59



São os Judeus ricos que apóiam e mantém o Sionismo?
Sim, quase todos os líderes Judeus ("Oberjuden") apoiam o Sionismo.
Este abaixo é um exemplo perfeito:

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"Não cabe a nós Judeus, decidirmos se queremos ser Sionistas ou não, nós devemos ser Sionistas"


Isso foi dito por †Ignatz Bubis (foto), que foi um dos mais poderosos Judeus do planeta, líder dos Judeus da Alemanha, em Allgemeine Jüdische Wochenzeitung, Maio 5, 1994, página 13.



"Israel como um Estado judeu constitui um perigo não apenas a si mesma e a seus habitantes, mas a todos os judeus, e a todos os povos e Estados do Oriente Médio e além."

- Prof. Israel Shahak, judeu e fundador da Liga Israelense de Direitos Humanos


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